O barato que sai caro, quando economizar na proteção aumenta a manutenção!
Na gestão hospitalar, reduzir custos é uma necessidade permanente, compras, manutenção, engenharia e administração são constantemente desafiadas a encontrar soluções mais econômicas sem comprometer a operação.
O problema começa quando menor preço é confundido com menor custo, nas áreas de grande circulação de hospitais, clínicas e laboratórios, essa diferença pode ser percebida claramente nas paredes.
Corredores, quartos, elevadores, recepções e áreas de transporte de pacientes estão constantemente sujeitos a impactos de macas, cadeiras de rodas, carrinhos de medicamentos, equipamentos e outros objetos.
Quando essas superfícies não possuem proteção adequada, pequenos danos começam a aparecer rapidamente, riscos, manchas, lascas, quinas quebradas e paredes danificadas parecem problemas simples., porém, quando se repetem durante anos, passam a representar um custo relevante para a instituição.
Quanto custa manter uma parede sem proteção?
O cálculo não deve considerar apenas o preço da tinta, uma manutenção pode envolver preparação da superfície, massa, lixamento, pintura, mão de obra, materiais, isolamento da área, limpeza e até interferência na circulação de pacientes e profissionais.
Imagine um corredor que precise receber reparos ou pintura todos os anos, individualmente, cada manutenção pode parecer barata, mas quando multiplicamos esse custo pela quantidade de corredores, quartos e áreas de circulação e projetamos o resultado para cinco ou dez anos, o cenário muda completamente.
É justamente aqui que entra o conceito de custo total de propriedade!
Uma solução mais barata no momento da compra pode exigir sucessivas intervenções e outra, inicialmente mais cara, pode reduzir significativamente a necessidade de manutenção ao longo de sua vida útil.
Proteção de parede deve ser vista como investimento.
Placas de proteção, bate-macas, cantoneiras e corrimãos não possuem apenas função estética, quando corretamente especificados, ajudam a criar uma barreira física entre a parede e os impactos da operação hospitalar.
Isso pode significar menos paredes danificadas, menor frequência de pintura, redução de reparos e melhor conservação do patrimônio.
Além disso, existe um custo que nem sempre aparece na planilha, a interferência da manutenção na operação.
Em um hospital funcionando 24 horas por dia, realizar uma pintura não é simplesmente chamar um pintor, é necessário organizar o ambiente, proteger equipamentos, controlar circulação, executar o serviço, realizar a limpeza e liberar novamente a área.
Portanto, comparar apenas o preço da tinta com o preço de uma proteção de parede é uma análise incompleta.
A conta precisa ser feita em cinco anos!
Antes de decidir, o gestor pode fazer uma pergunta simples, quanto essa parede vai me custar durante os próximos cinco anos?
Some pintura, materiais, mão de obra, reparos, frequência das intervenções e custos operacionais relacionados, depois, compare esse resultado com o investimento necessário para instalar uma solução de proteção adequada.
Essa análise permite que engenharia, manutenção e compras deixem de avaliar somente o CAPEX, ou investimento inicial, e passem a considerar também o OPEX, ou custo operacional ao longo do tempo.
Economia inteligente é gastar melhor!
Reduzir custos não significa necessariamente comprar o produto mais barato, significa encontrar a solução que entrega o melhor resultado financeiro durante todo o período de utilização.
É essa visão que a G9 Brasil procura levar aos projetos hospitalares, analisar o ambiente, identificar os pontos de maior impacto e desenvolver soluções de proteção adequadas para cada necessidade.
Porque uma parede que precisa ser constantemente reparada não custa apenas tinta, custa material, mão de obra, tempo, organização e manutenção recorrente.
Antes de perguntar quanto custa proteger uma parede, talvez a pergunta mais importante seja:
Quanto custa não protegê-la?